Difícil embate, batalhar contra os iguais. Descobrir,sem acreditar, nas palavras cuspidas nos olhos inquietos nos gestos pesados, que a intenção é de te machucar. E neste momento é melhor calar. Calar o peito, Calar a alma, simplesmente esperar!
E desta vez... não foi o sol o dono dos pensamentos dela, que tremulavam todos como se fossem velas. Talvez não fosse a hora, talvez não fosse o fim. E se perdeu em "ses", num olhar viajante, manso, sobre as franjas sutis dos coqueirais...
Por trás da aparência da mulher bem resolvida de solidão definida há um anônimo desejo de se entregar... Mas esconde sua verdade numa desculpa corriqueira e desvia o seu pensar... covarde.