
Na noite que se vai silente,
Em sua janela suspira
Uma dor que não se acalma
Sendo dor de amor ausente.
Ícone de todo lirismo,
Senhora dos apaixonados,
A dama de prata escuta
Responde do céu estrelado
Deitando seus raios de luz
Acalenta seu choro velado.
31.08.09
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